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BOMBAS DE DIAFRAGMA
INSTALAÇÃO

As condições de instalação podem influir consideravelmente no rendimento do equipamento. Uma má instalação pode ser motivo de desgaste, rupturas ou um funcionamento deficiente.
A bomba não deve der colocada em lugares com trânsito, já que pode ser golpeada por pessoas ou veículos. Se deve ter em conta que de existir no ambiente líquidos, neblinas ou gases, os mesmos devem ser química e termicamente compatíveis com os materiais da bomba.

É conveniente, que o lugar de instalação seja acessível, já que isto fará mais simples e rápida a operação, a inspeção e a manutenção do equipamento.

A continuação observa-se o esquema de instalação recomendado:

Este tipo de bomba pode funcionar unicamente em posição vertical.

Outro aspecto a considerar é o subministro de ar. No lugar onde se colocar a bomba, deve haver (ou deve ser possível instalar) uma linha de ar comprimido capaz de subministrar tal fluído com a vazão e a pressão necessárias (ver requerimentos de cada modelo).

Não exceda em nenhum caso os 800 Kpa (8 Kg/cm2) de pressão no subministro de ar. Colocar uma unidade de manutenção FRL na linha de ar comprimido.

Para obter melhores resultados e preservar o equipamento, é conveniente colocar na linha de ar e o mais próximo possível da bomba uma unidade filtrante, reguladora de pressão e lubrificadora (FRL).

O FRL não se inclui com a bomba, porém pode ser obtido com facilidade no mercado. Para maior informação consultar os devidos fabricantes e/ou fornecedores.

Deve-se utilizar na unidade lubrificadora óleo para pneumático do tipo SAE 10, ISO VG-32 ou equivalente. O lubrificador deve ser regulado de maneira tal que subministre uma quantidade mínima de óleo a bomba, o óleo em excesso é contraproducente.

A fixação da bomba ao solo ou superfície de instalação, deve ser o suficientemente elástica, para absorver os esforços e/ou vibrações que para alí se transmitam.
As tubulações de sucção e impulsão podem ser rígidas ou flexíveis, devendo ter a capacidade de manter por si só e permanentemente a seção circular (não devem ser esmagadas).
É necessário que a tubulação de sucção suporte sem colapsar uma pressão externa de 100 Kpa (1 Kg/cm2) e que a tubulação de descarga resista como mínimo a pressão de ar subministrada.

Em caso de utilizar tubulações rígidas, é necessário colocar juntas elásticas na entrada e saída do produto, de modo que absorvam o golpe de aríete ou vibrações prejudiciais.

Não esqueça que o material dos tubos ou mangueiras deve ser compatível com o produto a bombear. É conveniente colocar um filtro no extremo da tubulação de sucção, a fim de impedir o ingresso de elementos que possam prejudicar ou dificultar o funcionamento da bomba.
É importante assegurar um bom estado de conservação da tubulação, para evitar o desprendimento de partículas daninhas.

 


Existem três formas nas quais se podem instalar as bombas INDESUR e nas quais prestam um serviço eficiente.
Para cada caso deve-se ter algumas precauções.

Como já foi dito, a pressão atmosférica impulsa o produto dentro da câmara da bomba uma vez gerado o vácuo.

Essa pressão (na prática de aproximadamente 70 Kpa ou 0,70 Kg/cm2) deverá ser superior a carga gerada pelo peso da coluna de líquido aspirado e pelos acessórios e atritos na tubulação de sucção.

A fim de reduzir ao mínimo essa carga, o equipamento deve ser colocado o mais perto possível do ponto de aspiração.

Quando o desnível de sucção (distância entre a boca de aspiração e a superfície do líquido) seja maior a 2 m, é conveniente colocar uma válvula de retenção na tubulação.

As bombas INDESUR podem trabalhar submergidas total ou parcialmente no produto a bombear. O mesmo, deve ser térmica e quimicamente compatível com os materiais construtivos do equipamento.

O escape de ar deve ser entubado e conduzido fora do líquido.

Nestes casos, sobre a pressão atmosférica se soma uma pressão adicional ocasionado geralmente a uma determinada coluna de líquido ou a outro equipamento de bombeio.

Para obter melhores resultados, é conveniente reduzir tal pressão na sucção à aproximadamente 50 Kpa (0,5 Kg/cm2).

Em todos os casos, deve asseguar-se uma união firme entre todas as mangueiras ou tubos e as bocas da bomba. Isto é importante a fim de evitar o desprendimento acidental da tubulação durante a operação.

A união deve ser hermética (especialmente na sucção) não permitindo deste modo o ingresso de ar com o produto a bombear.

Para facilitar a manutenção e a operação da bomba, uma excelente opção é efetuar a montagem das tubulações mediante o uso de acessórios de união rápida. Opcionalmente, podem ser colocados elementos para medição e controle, como manômetros, caudalímetros o outros, sempre tendo em conta que alguns destes podem dificultar o fluxo do produto a bombear.

Tratar de eliminar na medida do possível os fatores que possam gerar cargas nas tubulações como cotovelos, curvas, trocas de seção, elevações, etc.

Procure realizar inspeções periódicas para constatar o bom estado da bomba e de todas as instalações complementárias.

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