Uma vez conectado o ar comprimido, à válvula
distribuidora o enviará a parte posterior de um dos
diafragmas (da direita no gráfico), fazendo que o
mesmo se afaste do centro da bomba. Já que ambos diafragmas
se encontram unidos pelo eixo, no mesmo movimento o diafragma
da esquerda se verá atraído para o centro da
bomba, gerando uma depressão na câmara de líquido
e expulsando ao exterior o ar que se encontrava em sua parte
posteior.
Dada a diferença de pressões entre à câmara
de líquido e o exterior, o produto a bombear ingressa
ao equipamento abrindo à válvula de esfera. Quando
o eixo chega ao final de sua carreira, à válvula
distribuidora muda o sentido do fluxo de ar, enviando-o a parte
posterior do diafragama do outro eixo (neste cado o da esquerda).
A partir deste momento, ambos diafragmas e o eixo efetuam
um trajeto inverso ao anterior, produzindo o esvaziamento
da câmara
de líquido esquerdo e gerando o vácuo no da direita
(as válvulas de esfera que estavam abertas se fecham
e vice-versa, devido à mudança de sentido do
fluxo.) Este ciclo se repete indefinidamente enquanto conectado
ao subministro de ar.
Sendo que é a pressão atmosférica a
que impulsa o líquido dentro da bomba uma vez produzido
o vácuo, a pressão de sucção máxima
teórica do equipamento é de 101,3 Kpa, chegando
na prática a valores próximos aos 70Kpa (aproximadamente
7 m de coluna de água).
Ao contrário, a pressão que impulsa ao produto é diretamente
a pressão de ar entregada, já que líquido
e ar estão somente separados pelo diafragma.
As Bombas INDESUR, admitem uma pressão máxima
de ar de 600 o 800 Kpa (conforme o modelo) o que equivale a
elevar uma coluna de água a 60 o 80 m.
No caso do produto bombeado gerar uma carga (peso da coluna
de líquido, atrito nas paredes da tubulação,
fechamento de um grifo ou válvula, obstrução
de um filtro, etc.) igual ou maior a pressão de ar entregada,
o equipamento se detêm sem sofrer nenhuma deterioração.
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